Quando a dor começa a limitar tarefas simples, é natural teres dúvidas sobre voltar ao treino. Queremos perceber o que sentes antes de propor exercícios.
Conta-nos o que te preocupa, que movimentos evitas e se tens acompanhamento médico ou de fisioterapia. Essa informação ajuda a enquadrar o treino.
A sessão respeita as tuas limitações e as orientações clínicas que recebeste. Se procuras retomar a atividade após uma alta, conhece também a área de Mobilidade e recuperação.
A origem da dor deve ser avaliada por um profissional de saúde. No treino, interessa-nos conhecer o teu histórico e perceber o que precisa de ser adaptado.
Perguntamos onde sentes desconforto e que indicações recebeste. O treino é ajustado ao acompanhamento clínico existente.
Alteramos a carga, a amplitude ou o próprio exercício quando é necessário. Explicamos cada ajuste para que saibas o que estás a fazer.
A progressão é gradual e tem em conta a tua resposta às sessões. Aumentar a carga não é um objetivo por si só.
Diz-nos como te sentes antes de começar e como correu a recuperação. Essa conversa orienta os ajustes da sessão seguinte.
Falamos do teu histórico e das tuas limitações.
Combinamos o treino e os ajustes necessários.
O ritmo é definido pela tua resposta ao treino.
Na primeira conversa, ouvimos o teu histórico e esclarecemos o que podemos acompanhar no treino. Quando é necessária avaliação clínica, o plano parte das indicações desse profissional.
Falar connoscoO treino não substitui avaliação médica ou fisioterapia. Dor nova, intensa ou persistente deve ser avaliada por um profissional de saúde antes de definires o regresso à atividade.